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sábado, 9 de janeiro de 2010
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Notícias do bebê
Amados irmãos e amigos queridos
Espero que Deus esteja abençoando e conduzindo vossas vidas.
Por aqui estamos bem, orando e planejando nosso retorno a Portugal e trabalhando em nossa igreja.
O bebé está crescendo cada dia, agora com 12 cm. Segue uma foto nossa, minha e do bebé (rsrsrs).
Um grande abraço,
Priscila.
Por aqui estamos bem, orando e planejando nosso retorno a Portugal e trabalhando em nossa igreja.
O bebé está crescendo cada dia, agora com 12 cm. Segue uma foto nossa, minha e do bebé (rsrsrs).
Um grande abraço,
Priscila.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Para meditar
O mal que eu não quero
A luta entre carne e espírito não é nova, existe desde o Éden. Mas, sua forma mais sistematizada e, sem dúvida, mais conhecida, se encontra em Romanos 7. Lá, o apóstolo Paulo descreve sua intensa luta contra o pecado. O texto vocês conhecem, e o resultado, também: somente a imensa graça de Jesus e o poder do Espírito Santo farão de nós vencedores nessa luta.
Travei uma luta como essa num sábado desses. Depois de um dia descontraído de convívio familiar, estava eu e minha esposa voltando para casa quando me deparei com uma disputa de trânsito. Já não é a primeira vez que o inimigo me pega desprevenido. Vi em mim o mesmo desejo de meu opositor de prevalecer, de “ficar por cima”. Fiquei por baixo. Perdi. Não honrei o nome do Senhor. Nessas horas, fico aliviado de não ter no meu carro um peixinho, desses que nos identificam como cristão.
Na semana seguinte, koinonia na casa do Campião. A palavra, tão graciosamente ministrada, era em 1 Tessalonicenses 1. Vi ali o testemunho de Paulo sobre uma igreja que honrava o nome do Senhor. Por toda a região, se ouvia o relato de como o ingresso do apóstolo e de seus colaboradores havia dado fruto, “a tal ponto de não [terem] necessidade de acrescentar coisa alguma”. Palavra encarnada! Imaginem só, os moradores de São Bernardo do Campo e circunvizinhança contando àqueles que nos evangelizaram que o nosso testemunho era tão fiel àquilo que nos havia sido ensinado que tais evangelizadores não precisavam dizer mais nada a esses moradores. Os tessalonicenses haviam se tornado, no meio de muita tribulação, imitadores dos apóstolos e do Senhor, e modelo para todos os crentes na Macedônia e na Acaia.
Paulo disse “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1Co 11:1). Os de Tessalônica podiam dizer a mesma coisa. E eu? E você?
Que Deus nos ajude a sermos coerentes com aquilo que falamos, a darmos bom testemunho para os de fora (1Tm 3:7). E, antes de mais nada, a termos um coração amolecido que volta atrás no primeiro sinal de pecado. Em nome de Jesus. Amém.
Travei uma luta como essa num sábado desses. Depois de um dia descontraído de convívio familiar, estava eu e minha esposa voltando para casa quando me deparei com uma disputa de trânsito. Já não é a primeira vez que o inimigo me pega desprevenido. Vi em mim o mesmo desejo de meu opositor de prevalecer, de “ficar por cima”. Fiquei por baixo. Perdi. Não honrei o nome do Senhor. Nessas horas, fico aliviado de não ter no meu carro um peixinho, desses que nos identificam como cristão.
Na semana seguinte, koinonia na casa do Campião. A palavra, tão graciosamente ministrada, era em 1 Tessalonicenses 1. Vi ali o testemunho de Paulo sobre uma igreja que honrava o nome do Senhor. Por toda a região, se ouvia o relato de como o ingresso do apóstolo e de seus colaboradores havia dado fruto, “a tal ponto de não [terem] necessidade de acrescentar coisa alguma”. Palavra encarnada! Imaginem só, os moradores de São Bernardo do Campo e circunvizinhança contando àqueles que nos evangelizaram que o nosso testemunho era tão fiel àquilo que nos havia sido ensinado que tais evangelizadores não precisavam dizer mais nada a esses moradores. Os tessalonicenses haviam se tornado, no meio de muita tribulação, imitadores dos apóstolos e do Senhor, e modelo para todos os crentes na Macedônia e na Acaia.
Paulo disse “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1Co 11:1). Os de Tessalônica podiam dizer a mesma coisa. E eu? E você?
Que Deus nos ajude a sermos coerentes com aquilo que falamos, a darmos bom testemunho para os de fora (1Tm 3:7). E, antes de mais nada, a termos um coração amolecido que volta atrás no primeiro sinal de pecado. Em nome de Jesus. Amém.
Um grande abraço,
Leandro
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
NOVIDADES

"Não há ninguem santo como o SENHOR; não há outro além de ti; não há rocha alguma como nosso Deus". I Samuel 2:2
Queridos
Há muito que não enviávamos notícias, desculpem-nos. A chegada ao Brasil foi cheia de correria e eventos inesperados.
Mas cá estamos para compartilhar um pouco com vocês, a quem amamos e sabemos que nos acompanham.Já estamos em São Bernardo do Campo, instalados em um apartamento bem aconchegante que Deus providenciou para nós. Leandro já está a todo vapor em suas atividades na igreja. O SENHOR tem nos dado ricas oportunidades de estar com irmãos que há muito não víamos, e com outros que não conhecíamos e que agora já são amigos preciosos. Temos podido falar sobre nosso ministério em Portugal, o que é sempre gostoso por conta das saudades que sentimos dos nossos irmãos portugueses.
Nossa saúde está muito bem. Leandro continua fazendo alguns exames, logo saberemos se será preciso a cirurgia de correção de uma hérnia de hiato. Eu já estou 100% recuperada das cirurgias de correção de hérnia hiatal e retirada do tumor benigno do único ovário que tenho, restando apenas 25% dele.
E, sabem, irmãos, porque comecei esse email com o versículo da oração de Ana? É porque, assim como Ele ouviu aquela oração, agora chegou a vez de Ele ouvir as nossas: eu estou grávida. Sexta-feira passada, dia 25, passamos pelo médico, ele confirmou a gravidez e já vimos por ultrassom nosso pequenino bebê. Somente Deus poderia nos dar esse presente! A Ele toda honra e toda glória.
Uma nova etapa inicia na nossa vida, por isso continuamos contando com suas orações.Obrigada por estarem sempre conosco, seja em oração, visitas, telefonemas e emails encorajadores.
Um grande abraço,
Priscila e Leandro.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
A janela de casa...

Ao acordar, gosto de ir à janela de trás de nosso apartamento, e observar uma amoreira que recebe a visita de inúmeros pássaros, de várias espécies: periquito, sabiá, rolinha e outros. É maravilhoso observar como comem as amoras, seus diversos cantos, suas lindas cores. Amo o canto do sabiá, parece uma sinfonia; e o periquito, tenho que procurá-lo bem, pois ele se confunde com as folhas verdinhas.
Eles são claramente a demonstração do cuidado de Deus com a minha vida: se Deus cuida de cada um desses passarinhos, certamente Ele cuidará de mim. Deus preserva suas vidas, supre o alimento, não deixa nenhuma pena cair sem seu consentimento, e os proteje (e olha que eles vivem na mesma cidade grande e agitada que eu).
Deus usa inúmeras maneiras para nos ensinar. Fique atento, talvez Deus está usando alguma situação, pessoa, livro, pássaros para te ensinar algo.
Um ótimo restinho de semana.
Beijocas,
Pri.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Para meditar
A dor e os privilégios de um servo de Deus
Exercício gratificante é buscarmos na Bíblia informações que nos ajudem a compreender melhor a vida de algum de seus personagens. Fiz isso com a vida de Baruque, escriba do profeta Jeremias. Minha busca iniciou-se por causa de Jeremias capítulo 45, pois quis entender melhor as razões da queixa e tristeza desse servo de Deus.
Tudo começa no capítulo 36, quando, encarcerado, Jeremias ordena que Baruque leia no templo as palavras que lhe havia ditado. No ano seguinte, a cena se repete e, desta vez, a notícia chega aos príncipes do jovem rei Jeoaquim, que leem a ele parte das palavras contidas no livro. Indignado com a denúncia, o rei interrompe a leitura, corta o livro e o atira ao fogo.
Não era uma denúncia nova, mas antiga. Jeremias acompanhou e profetizou durante a vida de 4 reis: Josias, Jeoacaz, Jeoaquim e Zedequias. A tragédia do cativeiro babilônico também remonta aos dias de Manassés (pai de Amom, que foi o antecessor de Josias), rei perverso que queimou seu próprio filho a deuses pagãos e cuja idolatria foi a causa do cativeiro. O escriba já carregava a tristeza há muito, pois conhece a história de seu povo e de seu profeta, e viu com seus próprios olhos a má conduta de 3 dos 4 reis com quem conviveu de perto.
Para quem pensa que vida de escriba era apenas anotar as palavras que seu profeta lhe ditava, as 17 aparições de Baruque no livro de Jeremias nos revelam sua vida ministerial intensa. Com a Palavra, ele enfrenta o povo e a nobreza, seja na Casa do Senhor, pelas ruas e pelos palácios.
O capítulo 45 é apenas o ápice. A tristeza que Deus acrescenta a seu sofrimento, seu cansaço e seu gemido são o desabafo consistente de quem dedicou a vida como porta-voz de denúncias a um povo rebelde e que agora estava às portas do cativeiro. Acostumado a falar a outros e, talvez, crendo que seu Deus estivesse desatento, agora é a vez de Baruque escrever a si próprio. Na ameaça da prisão, surpreendentemente, Jeremias agora tem algo da boca de Deus a ele: “E procuras tu grandezas? Não as procures; porque eis que trarei mal sobre toda carne, diz o Senhor; a ti, porém, eu te darei a tua vida como despojo, em todo lugar para onde fores” (v. 5).
A vida dos servos de Deus nunca foi fácil. Deus continua fazendo Sua obra, usando Seus servos e, e em muitos casos, os únicos consolos são a vida como despojo e a glória do porvir. Está cansado de gemer? Continue servindo e amando. Deus está atento e não se esqueceu de você.
Tudo começa no capítulo 36, quando, encarcerado, Jeremias ordena que Baruque leia no templo as palavras que lhe havia ditado. No ano seguinte, a cena se repete e, desta vez, a notícia chega aos príncipes do jovem rei Jeoaquim, que leem a ele parte das palavras contidas no livro. Indignado com a denúncia, o rei interrompe a leitura, corta o livro e o atira ao fogo.
Não era uma denúncia nova, mas antiga. Jeremias acompanhou e profetizou durante a vida de 4 reis: Josias, Jeoacaz, Jeoaquim e Zedequias. A tragédia do cativeiro babilônico também remonta aos dias de Manassés (pai de Amom, que foi o antecessor de Josias), rei perverso que queimou seu próprio filho a deuses pagãos e cuja idolatria foi a causa do cativeiro. O escriba já carregava a tristeza há muito, pois conhece a história de seu povo e de seu profeta, e viu com seus próprios olhos a má conduta de 3 dos 4 reis com quem conviveu de perto.
Para quem pensa que vida de escriba era apenas anotar as palavras que seu profeta lhe ditava, as 17 aparições de Baruque no livro de Jeremias nos revelam sua vida ministerial intensa. Com a Palavra, ele enfrenta o povo e a nobreza, seja na Casa do Senhor, pelas ruas e pelos palácios.
O capítulo 45 é apenas o ápice. A tristeza que Deus acrescenta a seu sofrimento, seu cansaço e seu gemido são o desabafo consistente de quem dedicou a vida como porta-voz de denúncias a um povo rebelde e que agora estava às portas do cativeiro. Acostumado a falar a outros e, talvez, crendo que seu Deus estivesse desatento, agora é a vez de Baruque escrever a si próprio. Na ameaça da prisão, surpreendentemente, Jeremias agora tem algo da boca de Deus a ele: “E procuras tu grandezas? Não as procures; porque eis que trarei mal sobre toda carne, diz o Senhor; a ti, porém, eu te darei a tua vida como despojo, em todo lugar para onde fores” (v. 5).
A vida dos servos de Deus nunca foi fácil. Deus continua fazendo Sua obra, usando Seus servos e, e em muitos casos, os únicos consolos são a vida como despojo e a glória do porvir. Está cansado de gemer? Continue servindo e amando. Deus está atento e não se esqueceu de você.
Leandro
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